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Mãe fingia que a filha tinha doença terminal admite ser culpada pela morte da menina

Na última segunda-feira (3), Kelly Turner, de 43 anos, assumiu ser a responsável pela morte da filha Olivia Gant, de 7 anos, após inventar que a menina estava em estado terminal. A mulher também responde pelo crime de fraude por ter recebido doações em dinheiro e presentes de instituições de caridade destinadas a crianças enfermas.

O caso ocorreu no estado do Colorado, nos Estados Unidos. De acordo com os promotores, Olivia foi submetida a uma vida inteira de testes e procedimentos cirúrgicos dolorosos e assustadores que resultaram na sua morte.

A pequena veio a óbito em agosto de 2017 no Hospital Infantil do Colorado. Na oportunidade, a mãe alegou que isso ocorreu porque a filha tinha problemas intestinais e ele parou de funcionar. Todavia, depois que o corpo foi exumado em 2018, uma autópsia descobriu que a menina nunca apresentou qualquer problemas de saúde.

A autópsia foi inacabada em relação a motivação da morte de Olivia, no entanto, os promotores garantem que a pequena estava bastante desnutrida quando veio a óbito. Olivia iniciou os tratamentos no hospital em 2013 e os supostos problemas médicos da menina foram capa de revista na área de Denver Post.

Uma investigação do portal Denver Post no ano passado acabou descobrindo que alguns médicos e enfermeiras do Hospital Infantil do Colorado esboçavam preocupação à administração da instituição de que a menina poderia ser abusada clinicamente por sua mãe.

A verdadeira causa de sua morte não foi esclarecida

Esse ocorrido veio à tona quando o jornal Denver Post tomou conhecimento que os médicos que cuidavam de Olivia haviam notificado a administração do hospital meses antes de sua morte. Para eles, a criança foi vítima de abuso clínico por parte da mãe.

A suspeita é que a mãe da criança, Kelly permanece presa preventivamente desde 2019. O seu julgamento está programado para o dia 9 de fevereiro deste ano.